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Golpe da Falsa Central: O Teatro que Rouba Seu Dinheiro
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Golpe da Falsa Central: O Teatro que Rouba Seu Dinheiro

Publicado em 20/01/2026

O golpe da falsa central de atendimento é um teatro bem ensaiado de engenharia social: o golpista se passa pelo banco, cria urgência, confunde a vítima e faz com que ela mesma entregue senhas, códigos ou autorize transferências. A ligação, mensagem ou e-mail parece totalmente legítima, muitas vezes com número do banco “clonado” e dados reais da vítima, o que torna o golpe ainda mais convincente. ​

O que é o golpe da falsa central

Criminosos se apresentam como atendentes da “central de segurança” do banco ou de uma empresa conhecida, usando ligação telefônica, WhatsApp, SMS ou e-mail.

​ O objetivo é fazer a vítima acreditar que está falando com o canal oficial, para que ela mesma informe dados bancários, senhas, códigos de autenticação ou faça Pix e outras transações para contas dos golpistas.

Como o teatro começa

O enredo quase sempre começa com uma “emergência”: compra que você não reconhece, Pix suspeito, invasão de conta ou problema cadastral que supostamente precisa ser resolvido na hora.

​ Para reforçar a credibilidade, o golpista pode usar número “spoofado” (aparecendo como se fosse o do banco) e até citar dados reais, como seu nome, CPF ou últimos dígitos do cartão.

A engenharia social por trás

O criminoso combina três ingredientes: confiança (fala como um profissional treinado), medo (risco de perder dinheiro) e urgência (você “precisa agir agora”).

​ O truque não é invadir sistemas, mas induzir erro humano: a vítima, achando que está se protegendo, instala apps, libera acesso remoto, dita senhas ou digita códigos que autorizam operações na própria conta.

Passo a passo típico do golpe

Contato “oficial”: ligação ou mensagem dizendo que há transação suspeita, com orientação para falar com a “central” ou ligar para um número que, na verdade, também é dos golpistas.

​ Falsa solução: pedem que você confirme dados, digite senha ou código enviado via SMS, faça um Pix “de teste”, leia um QR Code ou instale um aplicativo de “segurança” que permite acesso remoto ao seu celular ou computador.

​ ​Como evitar cair nessa história

Desconfie de qualquer contato que misture urgência e pedido de dados sensíveis: banco não pede senha, token, código de SMS nem acesso remoto ao seu dispositivo.

​ Nunca confie apenas no número que aparece na tela; golpistas conseguem mascarar telefones e fazer parecer que é o mesmo da central oficial.

Verificando empresas antes de agir

Muitos golpes usam nomes de bancos, fintechs e empresas reais para dar credibilidade ao contato, misturando informações verdadeiras com mentiras bem construídas.

​ Antes de seguir qualquer instrução, vale checar se aquela empresa existe, se o CNPJ é válido e se os dados batem com registros oficiais, reduzindo muito o risco de falar com uma “falsa central”.

​ Se você quer verificar rapidamente os dados oficiais de uma empresa e ter mais segurança antes de confiar em qualquer ligação, acesse e confira as informações oficias das empresas.

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